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terça-feira, 2 de outubro de 2012

ELOS DE AMOR



Que doce e suave tempestade
assoprava dos seus olhos ao me olhar ...
O calor das suas mãos queimava em febre
a fúria dos meus desejos
Eu sorria feliz na alegria de ter ...
de poder me mostrar de corpo inteiro
Estávamos  na primavera ...
a estação em que os botões se abrem
tanto das flores quanto das roupas
e seus admiráveis efeitos dominavam
as iniciações da vida na originalidade
da emoção do acasalamento ...
Não tinha como exprimir o regozijo
íntimo de me dar ao estímulo dessa
estação, ao toque de sua magia que
aguçava minhas sensações e às doçuras
do amor que nos unia ...
Tudo era espontâneo e romântico ...
Ele sempre foi a parte doce da minha vida
e para sempre meu grande amor.
iara.

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