Na aventura de um doce encontro, na doçura dos sonhos
que ainda nutrimos, a ilusão do "' felizes para sempre'" nos
votos nupciais conquistados com os muitos desejos de
realizações físicas e espirituais. Só que ainda não conhecemos
muito bem a nossa capacidade de aceitação das diferenças
que irão surgir no dia a dia conjugal e familiar.
Uma união oferece muitas incertezas e riscos, com duras
realidades para aceitação, até chegarmos a um equilíbrio
de podermos conviver com confiança entre famílias amigas.
E a conquista dessas amizades depende muito da nossa
capacidade de relevar arranhões. Nunca casamos só com o
parceiro. Casamos também com as famílias, e esse é um pacote
igualmente de riscos. Qualquer desgaste que possa provocar
uma ruptura deve ser avaliada, por conter dificuldades
reais emocionais. Um divórcio é o último ato. O pós-mortem
de um casamento já morto e onde não se quer mais lutar pela
união. Assim irão lutar pela liberdade, pelo melhor para si.
Encare assim: - os jogos sujos, as baixarias, as suposições
acabaram ! agora vale os fatos e um bom advogado.
A vida irá recomeçar. Novas buscas para sua felicidade.
Assinou ficou livre... solitário, um pouco depré, quase sem
companhias, num vazio enooorme!
E...bola pra frente! Seja feliz!
iara.
v

Nenhum comentário:
Postar um comentário